Pejotização no Brasil: riscos, critérios legais e como evitar processos por vínculo empregatício
A “pejotização” — contratação de pessoas físicas por meio de pessoas jurídicas (PJs) — ganhou tração após a Reforma Trabalhista de 2017, em grande parte pelo apelo de flexibilidade e redução de custos. O problema não é o modelo em si, mas o seu uso para encobrir relações que, de fato, são de emprego. Quando isso ocorre, o risco trabalhista e fiscal é elevado: a Justiça costuma reconhecer o vínculo, com condenações retroativas, e os órgãos de fiscalização podem exigir contribuições e tributos com multas e juros. Além do passivo financeiro, há impacto na reputação e no clima organizacional.
